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Configuração

O arquivo padrão é pyahu.yaml. A CLI procura esse arquivo do diretório atual para cima. Use --file ou -f quando quiser apontar para outro caminho.

apiVersion: cli.pyahu.io/v1alpha1
kind: Stack
metadata:
name: local-dev
services:
postgres:
enabled: true
ports:
primary: 5432
databases:
- name: app
apiVersion: cli.pyahu.io/v1alpha1
kind: Stack
metadata:
name: platform
services:
postgres:
enabled: true
zitadel:
enabled: true
externalURL: https://zitadel.localhost
rabbitmq:
enabled: true
kafka:
enabled: true
kafkaConnect:
enabled: true
connectors:
- name: app-cdc
type: source
kind: debezium.postgres
tables:
include:
- public.orders
kafkaUI:
enabled: true

Os serviços TCP expõem uma porta de host dentro do serviço dono do endpoint:

services:
postgres:
ports:
primary: 15432
kafka:
ports:
bootstrap: 19092

As UIs HTTP (ZITADEL, RabbitMQ, Kafka UI) não usam porta de host: elas passam pelo Traefik em 80/443 com hostnames *.localhost (https://kafka-ui.localhost, https://rabbitmq.localhost, https://zitadel.localhost). Para trocar o domínio do ZITADEL, use services.zitadel.externalURL.

Não use cluster.ports em presets ou documentação nova. A CLI mantém compatibilidade silenciosa com esse formato antigo, mas ele não é a superfície da v1.

Você pode definir defaults globais no diretório de configuração do sistema:

SistemaCaminho típico
Linux~/.config/pyahu.yaml
macOS~/Library/Application Support/pyahu.yaml

O arquivo global é carregado primeiro; o pyahu.yaml do projeto sobrescreve os valores.

Credenciais de PostgreSQL, Zitadel e RabbitMQ podem ficar no pyahu.yaml local ou no config global.

No PostgreSQL, mudança de senha depois que o volume já existe atualiza os Secrets e a saída da CLI, mas o usuário dentro do banco pode continuar com a senha antiga. Para rotação local, recrie o cluster ou altere a role dentro do PostgreSQL.